sábado, 12 de novembro de 2011

"O passado não passou."

Estamos sempre trabalhando o tempo em nossas mentes, calculando, contando e até reclamando do seu avanço  mais que ligeiro.
Nos permitimos fora da vida real recriá-lo, modificá-lo, desviá-lo à nossa maneira. Ganhamos uma ajudinha da ficção, das artes para moldar algo tão abstrato. Eis aí que em um filme e precisamente o "Meia Noite em Paris" oferece-nos a fusão de décadas e a regressão desse tempo que ao que chamamos de presente se revela sempre inferior aos passados. O próprio filme retrata a insatisfação dos personagens sobre o pronto de vista da monotonia de suas vidas mediante ao que se torna rotina.

Dentre cenários de uma Paris dos anos 20 o protagonista se permite lançar, após meia-noite em um universo só seu, vindo ele do "futuro - 2011" com a ânsia de apresentar seu livro aos artistas da época...O mergulho é tão profundo que o mesmo dialoga com artistas da Era de Ouro: Dali, Picasso, Matissi e tantos outros.

Ainda que a abordagem entre mesclas de épocas não seja algo inédito nos filmes, há uma interessante história  
passadas em pouco mais de uma hora e meia de filme. Vale à pena refletir sob o passado que não passou, citado pelo protagonista. 
Estamos satisfeitos com a época em que nascemos e assim vivemos?
Se fosse possível escolher, em que década nasceria? 

Um abraço!
(Sopa das Letras)

Um comentário:

Digho disse...

Olá tudo bem? Há quanto tempo!
Cheguei até aqui pelo comentário que você fez há algum tempo no meu blog.Dei um tempo nas postagens, mas voltei com gás, preciso manter contato com blogueiros e leitores.Sucesso!! http://digho.blogspot.com